ABOUT THE MAINE & MORE, FV.NET/TMAINE
Oriundos de Tempe, Arizona, The Maine entrega seus corações e almas em fazer música genuinamente boa, não importando a imagem. Bem conhecidos por sua diversão, rock novo e uma mistura esperta de originalidade e talento, The Maine cria o tipo de música que você quer ouvir com as janelas abertas, o vento pelos seus cabelos e o sol caloroso em seu rosto. Com letras pé-no-chão e uma energia brilhante, não é surpresa que o sucesso chegou rápido para o quinteto de rock que criou sua identidade como banda antes mesmo de alguns membros terminarem o ensino médio. O grupo começou quando, no início de 2007, o baixista Garrett Nickelsen e o baterista Pat Kirch se uniram em um novo projeto. Sabendo da necessidade de encontrar um grande vocalista, eles pediram a um amigo, John O’Callaghan, para fazer um teste durante uma festa local. Assim que ele cantava sua versão de uma música do Ivory, eles logo se convenceram de que John se encaixava perfeitamente. Ivory, depois, se provou uma inspiração importante de novo, quando o grupo decidiu nomear sua banda com uma música deles chamada “The Coast Of Maine”. O palco estava pronto para uma turnê animada e The Maine fez seu caminho através da nação com Brighten e The Morning Light, arrasando toda noite na tentativa de dormir em seu subúrbio quente. Com a entrada do guitarrista e vocalista Kennedy Brock e não mais em turnê, The Maine terminou de arrumar a formação quando pediram para que o guitarrista Jared Monaco fosse parte da banda. As habilidades e os esforços de The Maine não passaram despercebidos pela estrada. O presidente da Fearless Records, Bob Becker, percebeu o grupo memorável depois de vê-los tocando seu primeiro show no sul da Califórnia. Fearless manteve-se em contato com eles durante o verão, encorajando seu progresso. Assim que a turnê acabou, The Maine decidiu assinar com a gravadora e suas vidas como membros da família Fearless começaram. “Parecia certo tocar para a Fearless”, diz o vocalista John O’Callaghan. “Nós exploramos outras opções, mas foi uma decisão fácil”. Agora com a Fearless por trás deles, Pat e Garrett se empenharam em terminar o ensino médio enquanto a banda mirava em um EP. Tocando tantos shows quanto podia, The Maine trabalhava em seu primeiro EP enquanto mantinha uma presença online forte, construindo uma relação sólida com fãs, passando horas no MySpace todas as noites. “Nosso foco principal, desde o início, era definitivamente responder quantas mensagens pudéssemos”, diz o guitarrista Jared Monaco. “Ajudou a espalhar sobre a gente e nos conectamos com os fãs”. Lançado em dezembro de 2007, o EP The Way We Talk, estreou como 6° no Top Alternative Chart do iTunes e em 10° no Heatseekers Chart da Billboard, vendendo 30.000 álbuns em meros seis meses, ganhando um destaque na revista da Billboard e levando a revista Alternative Press a coloca-los na matéria “Bandas Que Você Precisa Conhecer em 2008”. Turnês subsequentes com Forever The Sickest Kids, Family Force Five, The Secret Handshake e Metro Station fizeram a banda ganhar uma presença ainda maior, alcançando ouvintes pela nação com suas performances brincalhonas, seu genuíno e novo som e uma devoção à pura diversão. “A quantidade de gente para que tocamos é demais e inesperada”, diz John. “É além do que imaginamos. Não podíamos estar mais gratos pelas pessoas virem para assistir os shows.” Não demorou muito para que o grupo caísse de cabeça em seu primeiro álbum, indo ao estúdio com o produtor multi-platina Matt Squire (Panic! at the Disco, All Time Low, The Cab) e Chris Lord Alge (Green Day, My Chemical Romance). Lançado em 8 de julho de 2008, o álbum de estreia do The Maine, Can’t Stop Won’t Stop, mostra uma exploração mais profunda da banda, refletindo histórias de vida e relacionamentos, enquanto expressa, com um sorriso, a apreciação dos tempos bons e ruins. “Sabemos que terão obstáculos pela frente”, diz John, “mas o que seria da vida sem eles? Não seria legal. Queremos inspirar as pessoas a não presumir a vida, não levá-la muito a sério.” As coisas não são sempre tão ruins quato parecem ser, adiciona Kennedy. “O título explica nossa mentalidade. Nós não queremos nunca dar passos para trás e não queremos nunca parar de ser entusiasmados. Ter uma visão positiva é importante.” A mensagem de The Maine é importante para os fãs que adicionaram a banda no MySpace e Facebook. Entre inúmeros comentários e elogios estão as pessoas que dizem, simplesmente, que ouvir The Maine os fizeram se sentir bem após um dia difícil. “As pessoas dizendo ‘Sua música fez algo por mim’, ver essa conexão nos shows quando falamos com elas depois, esses são os melhores momentos”, diz John. “Eles me fazem perceber porque nós fazemos isso.” Como uma banda jovem, adiciona Pat, The Maine espera se conectar com fãs em um nível pessoal. “Nosso foco é interagir com nossos ouvintes, torná-los amigos além de fãs. Queremos ser capazes de sair com nossos amigos, porque nós realmente somos um deles – só que nós tocamos música e fazemos turnês.” Após um outono ocupado, fazendo turnê pela nação com All Time Low e os companheiros de gravadora, Mayday Parade e Every Avenue, a banda colocou o pé na estrada em fevereiro, com We The Kings e The Cab. Depois, eles logo foram uma das atrações principais na Alternative Press Tour, tocando para plateias em shows com ingressos esgotados, em cidades pelo país, assim como a Vans Warped Tour. A banda também teve muito sucesso na televisão e na telona. Eles lançaram um vídeo para “Everything I Ask For” do álbum Can’t Stop Won’t Stop. Esse vídeo foi destaque no MTV’s Discover and Download junto com uma entrevista exclusiva da banda. Suas músicas também tiveram lugar em programas da MTV americana, como The Hills, Real World, e Bromance. Uma de suas músicas também fez parte do filme Wild Cherry. Como um agrado aos fãs, a banda lançou um EP entitulado …And A Happy New Year com quatro músicas com temas natalinos, entre elas, um cover de “Last Christmas”, da banda Wham!. Can’t Stop, Won’t Stop atingiu a posição 40 nas listas da Billboard e chamou a atenção de uma gravadora ainda maior, a Warner Bros. Records, que assinou contrato com The Maine no mesmo ano. Em 2009, The Maine, então, lançou uma versão deluxe do seu álbum de estréia, junto com um documentário digital sobre a banda, o In Person, além de um livro com cópias limitadas denominado This Is Real Life, que continha memórias escritas pelos integrantes da banda e fotografias tiradas por Dirk Mai. Em julho de 2010, a banda lançou seu segundo álbum, Black & White, o qual chegou entre os 30 mais comprados no iTunes em seu primeiro mês de lançamento. Poucos meses depois, a banda lançou o EP Daytrotter Sessions, com versões diferentes e acústicas de músicas já lançadas. No dia 27 de dezembro de 2010, quando lançou um pacote digital chamado In Darkness & In Light, com músicas inéditas, e um curta-metragem escrito e produzido pela própria banda, que levou o mesmo nome do pacote e do EP. Em uma turnê no meio de 2011, The Maine começou a escrever algumas músicas e resolveram que era hora de lançar outro álbum. Ao mostrar “Don’t Give Up On ‘Us’” para a Warner Music, a gravadora se recusou a lançar o álbum. Isso não parou a banda. Eles resolveram gravar, produzir e lançar seu terceiro álbum, Pioneer, sem ajuda de ninguém e com seu próprio dinheiro. Em 6 de dezembro de 2011, durante a primeira turnê na América do Sul realizada pela banda, Pioneer foi lançado e logo atingiu o 11º lugar nos álbuns mais vendidos do iTunes, ficando à frente de artistas como Coldplay e Justin Bieber.
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